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Nem tanto prolixo (poema)

Postado por Prof. Renato Lima. .

Aqueles versos finos sem postura
São suas mãos leves e sem sensura
Respostas aos meus meios e seus fins
Tantas perguntas ligeiras e afins

As virtudes?  Dela nada se espera
O óbito ascende em procissão
Velando a morte de uma razão
Nascido meio a uma quimera

O recôndito, fino e erudito
De suas palavras e antagonias
É perfeita lápide esculpida

Tesouro? Seja ele ato ilícito
ou beleza vaga que brilha à noite
Só o amanhã dá fim ao meu açoite

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